IV Encontro de Formadores da América Latina – Brasil, 2011

CRÔNICA (sumário) Mogi Mirim – Brasil, 04 a 08 de abril de 2011   A estrutura da jornada de trabalho foi simples. Celebrávamos às 7:30h Laudes, às 12:00h  a Eucaristia e às 17:30h as Vésperas. Tínhamos quatro encontros de trabalho por dia, dois pela manhã e dois pela tarde. Há que mencionar a excelente hospitalidade da Vice Província do Brasil. Todos os irmãos ficaram agradecidos e comovidos profundamente por tantos gestos fraternos. Participaram do encontro os seguintes irmãos: Bernat Nebot Llinás, TOR, Definidor Geral e delegado Geral da Formação.   Brasil: Hilário Valcanaia, TOR, ministro local e mestre dos postulantes. Cristiano Piva Oshiro, TOR, vice mestre dos postulantes. João José Luiz de França, TOR, acompanhante de juniores (teólogos) José Faustino Fernandes, TOR, promotor vocacional e mestre de aspirantes. Manuel José F. Lopes, TOR, mestre de noviços.   Paraguai: Cláudio Hernán Eguzquiza Rodriguez, TOR, mestre de postulantes e pós-noviciado. Ramón Delgado Ruiz, TOR, mestre de aspirantes. Juan Carlos Cáceres Balbuena, TOR, mestre de noviços. Justo Gregório Molinas Vargas, TOR, promotor vocacional.   Peru: Alfonso José Vivern Jaume, TOR. Comissário, promotor vocacional e mestre de postulantes. Jaime Font Cabot, TOR, mestre de noviços. Serapio Rios Juarez, TOR. Você mestre de professos.   México: Santiago Crespo Galindo, TOR, Ministro Provincial. Sergio Alfonso Bello Báez, TOR, mestre de noviços e promotor vocacional. Heriberto Zárate Barradas, TOR, vice mestre de professos e promotor vocacional. José Horácio Olivares Chávez, TOR, mestre de postulantes e promotor vocacional. Mauricio Alarcón Martinez, TOR, mestre de professos e promotor vocacional.   Em primeiro lugar foi feita uma apresentação dos irmãos. Alguns detalhes sobre a vida familiar e como foi que chegaram a conhecer a TOR, as diferentes atividades que desenvolveram; acontecimentos significativos da história vocacional foram compartilhados no grupo. Em segundo lugar houve uma partilha dos trabalhos formativos e das “Ratios” de cada lugar. Os principais pontos apresentados foram os seguintes:   Brasil: Já trabalharam sua própria Ratio baseada na Ratio Formationis da Ordem. A situação familiar no Brasil é muito desafiante. Há muitas famílias desintegradas. O matrimônio carece de aprofundamento. Os jovens entendem a vocação como status social. Isto leva a sermos mais exigentes nos requisitos de admissão. Também conta com ajuda de profissionais da área de Psicologia para aprofundar o discernimento. Tem comunidade formativa nas diferentes etapas. Tem poucas vocações, eles preferem ser poucos, porém, bons e fortes.   Paraguai: Já trabalharam sua própria Ratio baseada na Ratio Formationis da Ordem. Tem bem definidas as diferentes dimensões de seus processos formativos, a saber: humana, cristã, franciscana, fraterna e apostólica.Também se utilizam de processos psicológico e terapêutico nas diferentes etapas de formação. Tem comunidades formativas na diferentes etapas. Destaca-se o compromisso das etapas formativas com as obras de misericórdia próprias do carisma penitencial. Suas casas de formação ajudam, com alimento, muitas famílias e os religiosos em formação são os responsáveis pelo funcionamento e bom exemplo do local. Aproveito para comunicar que Juan Carlos Cáceres Balbuena, TOR, terminou seu mestrado para formação em Roma. Seu diploma foi entregue por Bernat Nebot Llinás, TOR, o qual serviu como motivação e afirmação da importância da preparação de formadores.   Peru: O Comissariado do Peru está celebrando 50 anos. Esta é uma ocasião de júbilo para todos. O Peru já tem sua própria Ratio baseada na Ratio Formationis da Ordem. Sua realidade é parecida com a do Brasil. Falaram da importância do acompanhamento personalizado, ajuda psicológica e terapêutica desde o período da promoção vocacional. Também tem o apoio de comunidades formativas nas distintas etapas de formação. Destacaram a importância de que cada irmão é promotor vocacional. A responsabilidade no trabalho no trabalho vocacional é partilhada. Falaram também a atual realidade das vocações tardias. É necessário abrir-se para aceitar jovens maiores. Também insistiram na formação de vocações que não aspiram ao sacerdócio.   México: Tem sua própria Ratio baseada na Ratio Formationis da Ordem. No último Capítulo Provincial a formação foi prioridade. Houve modificações na estrutura e duração do postulantado. A preparação de formadores também é importante e se criou uma comunidade formativa na etapa dos professos temporais. O Capítulo foi consciente da importância da continuidade dos processos formativos e os diferentes formadores continuaram em suas etapas formativas como no Capítulo anterior. Cabe mencionar que durante as sessões de trabalho da semana houveram dois assuntos considerados importantes. Se deve abrir espaço para falar mais sobre eles: a)      O uso dos meios de comunicação nas casas de formação, visita às páginas da Internet não apropriadas para a formação da vida fraterna e da castidade. b)      As vocações tardias.   Propostas finais do encontro:  

  1. No próximo encontro de formadores da América Latina, seja tratado o tema de história e espiritualidade da TOR, com a participação de estudantes professos.
  2. No mesmo encontro se dê orientação sobre vocações tardias.
  3. Abrir espaço para dialogar sobre formação de irmãos não orientados ao sacerdócio.
  4. Abordar o tema do desequilíbrio entre vida fraterna, espírito de oração e trabalho, especialmente com os recém-professos e ordenados.
  5. Incluir a OFS em nosso processo formativo.
  6. Ser criativos para nos reunirmos antes do seguinte encontro, aproveitar os meios eletrônicos e virtuais para nos comunicarmos mais.
Foi escolhido o para sediar o próximo encontro em abril de 2013.  

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